quinta-feira, 28 de abril de 2011

Congresso de unificação de correntes trotskistas constrõe na Argentina um novo partido revolucionário junto à Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional (LIT-QI), que apresentará candidaturas pela Frente de Esquerda argentina.

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Tradução: Ricardo Malagoli

Buenos Aires. Os delegados eleitos para o Congresso de Unificação das organizações Frente Operária Socialista (FOS) e Corrente Operária Internacionalista (COI), oriundos de distintas provincias e cidades argentinas, decidiram ao fim de seus trabalhos construir um novo partido revolucionário no país: o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU).

O Congresso de Fundação do PSTU argentino recebeu adesões e saudações de partidos de diversos países, entre eles Inglaterra, Espanha, Rússia, Ucrânia, Colômbia, Chile, Perú, Brasil, Uruguai e Bélgica. O Congresso também proclamou a adesão do novo partido à Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional (LIT-QI). Para o novo PSTU, é impossível defender os direitos dos trabalhadores e do povo pobre sem unir-se com as lutas e reivindicações dos trabalhadores de todo o mundo.

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O PSTU nasce para combater pela independência política dos trabalhadores, o triunfo de suas lutas, o avanço para uma saída operária e popular frente ao capitalismo, a independência da Argentina em relação aos países imperialistas e pelo socialismo.

Também apresentará candidatos pela Frente de Esquerda integrada pelo Partido Operário (PO), o Partido dos Trabalhadores Socialistas (PTS), a Esquerda Socialista (IS) e outras forças, em uma frente de oposição à política do governo de Cristina Kirchner que aumenta o apoio às lutas dos trabalhadores por melhores salários, pela nacionalização do petróleo e o não pagamento da dívida externa, dentre outras medidas.

Segundo Eduardo Barragán, um dos principais dirigentes do PSTU argentino, “o novo partido mobilizará o ato de 1º de Maio convocado pela Frente de Esquerda em Buenos Aires para comemorar o Dia Internacional dos Trabalhadores”. Para Barragán, “o Congresso do PSTU é um avanço na unidade e na construção de uma força socialista e revolucionária na Argentina, que contribuirá com a militância e candidatos à unidade alcançada no terreno eleitoral pela Frente de Esquerda.

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